08 fevereiro 2018

Wallpaper: Cruachan

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05 fevereiro 2018

Rock & Literatura: Saga O Senhor Dos Anéis (Lord Of The Rings)-J. R. R. Tolkien (Parte 19)

Prontos para mais uma visita a esse mundo fantástico criado pelo Sr. J. R. R. Tolkien? Espero que sim mas caso a resposta seja não, fique sabendo que embarcará nela da mesma maneira, porque leitor não tem direito a dizer não e ponto final. Já faz um tempinho que publicamos Rock & Literatura: Saga O Senhor Dos Anéis (Lord Of The Rings)-J. R. R. Tolkien (Parte 18) o que pode ser um crime nosso.

Sendo assim ou assim sendo, simbora:

Unchaining: E para começar mais uma banda de black-metal, para não variar. Os caras da Itália nos brindam com um som soturno com várias referencias a Terra-Média, entre tantos sons inspirados no mundo criado por Tolkien, temos The Awakening of Fangorn que trata sobre a floresta obscura onde os pastores de árvores vivem, inclusive Bárbavore;

Armia: Como não só de black metal vive esse blog, chegamos a uma banda de punk rock oriunda da Polônia, coisa loca da porra. Em seu primeiro álbum, que possui o mesmo nome da banda, de 1988, temos o som Bombadil W Locie que em tradução porca e livre pode ser Bombadil No Voo, um som instrumental bem legal em homenagem a Tom Bombadil, aquele personagem muito conhecido por quem leu a trilogia Senhor Dos Anéis e não apareceu nos filmes. Não consegui achar a musica sozinha, maaaaaas achei o álbum que a contém, ela está em 31:14;

Arryan Path: Saindo da Europa e indo para a terra das guerras sociais da América do Norte, os EUA. Arryan Path toca um heavy metal porrada que pode ser chamado de power metal por alguns. Em seu segundo álbum, Terra Icognita, os caras trazem Minas Tirith, o coração e capital de Gondor;

Destinity: E como hoje estamos viajando por aí, vamos a uma banda Francesa que traz um death/thrash violentaço como manda o figurino. Como tudo que é banda de metal extremo, essa resolveu homenagear o lado negro da força com Hymn for Minas Morgul. Como no caso do Armia, também não encontrei a musica sózinha mas o álbum é legal, então aprecia a porra toda aí;

Gravewurm: E para fechar essa sequencia de bandas, uma banda de black metal americana, não confunda os caras com o Graveworm, ao contrário do primo rico, aqui a porra é mais séria e o som cru, criado por um power trio. Como era de se esperar os caras homenageiam a galera de Sauron, melhor dizer, de Saruman em The Wolves Of Isengard.

28 janeiro 2018

Terminei: Manhunt 2

Olá meus caros seres modernos. A tecnologia e o mundo como um todo evoluíram bastante e com isso tudo está se tornando chato, chato, chato, chato pra caralho!
Hoje em dia parece que a maior forma de diversão é reclamar, são as minorias reclamando disso, os puritanos daquilo e a problematização sendo criada para tudo que gostamos. Sai um filme e alguém problematiza a roupa curta da atriz ou alguma idiotice do gênero, sai um jogo e alguém problematiza a violência e assim essa censura moderna vai fazendo ataques a arte.
Mas deixemos isso de lado por enquanto e vamos ao que interessa que é o ultimo jogo que terminei, Manhunt 2 na sua versão para PSP que já apareceu por aqui 3 vezes, sendo em: 1 Quest 2 - Manhunt 2 (PSP) - Episode 1 Awakening10 Minutos 5 - Manhunt 2 (PSP)1 Quest 7 - Manhunt 2 (PSP) - Episode 5 Best Friends.
Manhunt 2 é um jogo familiar feito pela nossa querida e amada Rockstar... Tá bom, não muito familiar mas é da Rockstar, o que você esperava?
No caso, nos dois jogos lançados até então na série Manhunt, o grande chamariz é a violência elevada à casa do caralho e isso pra mim é algo que acaba desmerecendo os jogos pois eles vão bem além disso. Me atendo ao 2, é um jogo no estilo stealth com uma história bem interessante, apesar de previsível. E quando falo stealth, imagina um Hitman, sem classe, todo vomitado, com psicopatia e muita vontade de ver sangue jorrar. O stealth aqui é competente, com elementos bem próprios e que influenciaram outros jogos do gênero, como o uso de sombras para se esconder e de execuções usando elementos do cenário.
Desobstrução de garganta.
Na parte da violência, ela é bem alta, você seleciona uma arma e ao se aproximar de um inimigo pressiona o botão de execução e ao manter esse botão apertado, um simbolo sobre a vitima vai mudando de cor, a primeira cor, uma execução mais light, a segunda, uma crueldade a mais e a ultima cor é sadismo total, sendo tão sangue ruim que o corpo do defunto ao ser visto por seu colega pode gerar vomito e medo e isso é um detalhe que mostra o cuidado de que a produção recebeu.
Porém a violência não fica apenas nessa parte mas em tudo, você passa por tudo que é tipo de cenário brutal, desde degeneração sexual à tortura por prazer. A brutalidade é jogada na sua cara a todo instante sendo usada até mesmo como ferramenta de puzzle.
Vou matar esse mosquito entre esse taco e sua cabeça.
Na minha experiencia jogando, senti apenas falta de um segundo analógico para movimentar a câmera, já que joguei a versão de PSP e nele esse luxo não existe, no resto, tudo é obra de arte, dublagem, gráficos e tudo mais tecnicamente perfeito.
Quando cheguei próximo ao fim do jogo e já tinha entendido o principal problema do personagem principal, algo surpreendente foi me jogado no colo e um dos trechos mais tocantes que já vi em um game aconteceu (não vou spoilar), algo que me fez ver que a experiencia aqui vai muito além da mera brutalidade e gore.
Porém, voltando ao que estava falando no incio desse post, se passaram 11 anos desde o lançamento desse game e mesmo naquela época de menor hipocrisia, esse jogo gerou algum mimimi. Agora, nesse 2018, se fosse lançado um Manhunt 3, mesmo sendo um jogo indo muito além da violência e brutalidade, geraria uma onda de protestos de todos os lados onde uniria tanto minorias quanto puritanos para brutalizar a arte. Pois nesses tempos modernos de hipocrisia suprema, quem está sofrendo maior violência é a arte.

17 janeiro 2018

Hoje Eu... Joguei: Call of Duty - Modern Warfare Remastered

Olá meus caros seres especiais, como vão? Como não me importo com isso vamos direto ao assunto pois Hoje Eu... joguei Call of Duty - Modern Warfare Remastered.
Mas vamos por partes, começando como comprei esse jogo pois é uma informação boa já que vocês podem aproveitar da mesma promoção. A Magazine Luiza tem uma queima de estoque especial no início de cada ano, essa porra é tão séria que tem gente que dorme em filas na porta das lojas. Eu não dormi e nem fudendo dormiria mas fiquei de olho na internet pra ver se alguma coisa rolaria nas lojas virtuais da dona Luiza também, e aconteceu, porém não era exatamente o que eu queria comprar. Mas como eu sou brasileiro e me fodo pra caralho, olhei os preços de jogos. 3 jogos me chamaram atenção, Far Cry 3, Assassins Creed Rogue e o bundle Call Of Duty - Infinite Warfare/ Modern Warfare Remastered, os dois primeiros em sua versão de XBox 360 por R$29,90 e o bundle para o One por R$49,90.
Esse cara de bundle aqui.
Para ser honesto, minha primeira escolha não foi esse bundle, quis o Far Cry 3 mas por algum motivo ele sumiu do app da loja na hora que resolvi comprar, tentei o Assassins Creed Rogue e aconteceu o mesmo e o que sobrou foi o bundle que não sumiu do app. O engraçado é que depois da compra os outros dois jogos reapareceram e agora por conta dos famosos cookies eles ficam sendo oferecidos a mim a cada propaganda que vejo pela internet e com os mesmos preços da tal promoção momentânea.
Mas enfim, comprei e na hora de instalar o que eu esperava infelizmente aconteceu, só o Infinite Warfare vinha no DVD, o Modern Warfare era necessário baixar o jogo completo, 78 Fucking Gigas! Isso além dos 18GB de atualização do outro jogo, para quem tem uma internet meia boca, isso é um pesadelo.
Um comparativo entre o original e o remaster que compara os gráficos.
Mas enquanto instalava joguei o quanto deu no tempo que eu tinha e devo dizer, ficou bonito pra carai saporra. Modern Warfare é um dos jogos mais legais de toda franquia e isso é unanimidade entre os apreciadores de COD e nesse remaster tudo ficou lindo, a iluminação, a pele dos personagens e até suas expressões são de tirar o chapéu mas não ficou um jogo com gráficos de ultima geração, comparar com um Battlefield 1 chega a ser covardia. Ah e aqui adicionaram uma legenda PT/BR bacanuda.
O homem, a lenda, o bigode.
Aqui chego a parte que queria chegar, o jogo lançamento desse bundle era o Infinite Warfare, é um bom jogo, mesmo tendo recebido todo aquele hate que recebeu, ele diverte e traz uma história com ficção cientifica bem interessante e envolvente, porém, quando você joga o remaster ele se torna tão mais fraco do que é por conta da comparação que nos leva a pensar se agora a Actvision vai começar a remasterizar os seus jogos clássicos para vender junto de seus lançamentos mais medianos e assim afetar o numero de venda deles, como aconteceu nesse caso onde esse remaster só podia ser comprado nesse bundle.