24 setembro 2017

(Mute) 5 Minutos - Batman (TurboGrafxs-16/PC Engine)

Hoje vamos a mais um gameplay super maneiro de jogo véio e old-school (sim eu sei o que eu fiz, era parte da piada mas antes que você venha me xingar é melhor se explicar). 
O (Mute) te traz 5 Minutos de Batman, jogo bem legal lançado pela Sunsoft para o TurboGrafx-16/ PC Engine em 1989. Para te atualizar melhor fique sabendo que esse jogo foi um dos vários lançados pela Sunsoft inspirado no filmaço do Tim Burton para o Morcegão. Por mais que possam falar da trilogia do Cavaleiro Das Trevas, o filme mais fiel ao personagem foi o do Tim Burton. 
Esse jogo, apesar de ter o mesmo nome dos demais Batmans, tem um estilo totalmente diferente deles e isso o torna mais atraente ainda, praticamente sexy. Aqui a pegada é um pouco Pac-Man, com um tanto de stealth (nas primeiras gerações o stealth era nesse nível tá). Aqui não há muita frescura, é apenas jogar, sem textos, cutscenes ou coisas do nível, apenas sair por aí bancando o Batman.

22 setembro 2017

Hoje Eu... Li: Get Jiro!

O mercado de HQs (histórias em quadrinhos pros mais detalhistas ou gibi para os mais promíscuos) foi o que primeiro sofreu com o problema da industrialização. Coisa que agora já está atingindo o mercado cinematográfico e já tomou conta do de games (tomar no cu Call Of Duty). As gigantescas Marvel e DC são as principais culpadas disso e estão ganhando parte da culpa do que está acontecendo no cinema também. Quem ainda tem paciência para ler HQs acaba sendo inundado por um tsunami de mais do mesmo de heróis que por mais que passem por fases e mais fases, nunca são transformados de fato.
Por conta disso, dificilmente hoje em dia leio HQ, salvo uma ou outra exceção. A exceção chegou e o nome dela é Get Jiro!, uma graphic novel escrita por Anthony Bourdain, um chef, escritor e apresentador de TV, com ajuda de Joel Rose que é roteirista, jornalista e escritor. A arte ficou a cargo de Langdon Foss que tem uma arte que me lembrou um pouco George Pérez pelo nível de detalhamento de cenários e tudo mais com um traço sem muita frescura.
Hoje Eu... li Get Jiro! e senti o mesmo prazer que senti antigamente lendo HQs do Batman, Homem-Aranha, Hell-Boy, Justiceiro, Spawn, Sandman, Demolidor e também graphics novels que prefiro nem citar. Com um diferencial que poucas das que citei tem, humor negro e critica social da boa.
To demorando além do tempo esperado pra ler essa HQ porque esse tipo de arte me faz viajar, amo ficar prestando atenção a caralhada de detalhes que é possível encontrar em cada página. Ah não posso deixar de citar nessa parte da arte algo que esse desenhista conseguiu, tornar comida desenhada apetitosa, é serio, em dada parte, quando um cozinheiro francês está preparando um prato, deu uma vontade danada de comer aquilo, quase mordi a tela do celular... Sim estou lendo em versão digital, me processe... mentira, processa não.
Viu, abre o apetite.
A história é o tiro na sua cara. Resumindo sem vergonhamente, em um futuro não tão distante, a comida vira a principal estrela de tudo. Não há outro entretenimento se não ir a restaurantes, os chefs são estrelas e se formam máfias, a da alta gastronomia e dos veganos. A cidade onde se passa a história é dividida em duas, a parte rica com seus restaurantes granfinos com reservas que podem chegar a anos de espera e o subúrbio com comida de rua, restaurantes de comida estrangeira e fast-food. Nesse subúrbio que estão os gordos. Tambem nesse ambiente de subúrbio que Jiro, o personagem central que dá nome a HQ (dãããããããã), abre seu restaurante de comida japonesa pra vender Sushi... esperava que um restaurante japonês ía vender o que?! Bife e feijoada?! Queria que você fosse no restaurante do Jiro para ele te decapitar por essas blasfêmias.
Dois lados da máfia culinária.
Enfim, ao terminar de ler, fiquei maravilhado com essa bagaça. É um tapa na cara dessa moda culinárica, escrita com aval do de um chef. Vemos sob a visão de um cozinheiro esse pessoal que vai ao restaurante da moda, não respeita a comida, nem ao menos entende como essa comida funciona mas faz tudo isso apenas para se aparecer, postar no Instagram uma foto do prato, fazer checkin no Facebook para seus amigos verem e Twittar pro mundo saber. 
Desejo uma decapitação rápida assim pra você.
Pra mim, esse pessoal que vai a algum lugar por moda, seja restaurante, cinema, show ou passeio, são o que torna o lugar uma merda. Não prestam atenção as coisas, desrespeitam as regras e nos fazem repensar o porque que não podemos assassinar alguém. 
Tatuagem da Yakuza, porque o cara é do bem.
Lógico que a HQ vai muito além dessa critica em sí e tem muito mais, basta prestar atenção. Porém queria apenas falar disso aqui. Falar que li e que você também deveria ler.

20 setembro 2017

Superhex.io Você Vai Se Divertir Com Essa Simplicidade

Hoje vos trago uma dica de game, melhor dizer, ou mais coerente seria dizer, indicação de game. Aqui corrijo até a correção da minha correção. O game que venho por meio desse post lhes indicar é o Superhex.io, um jogo de navegador que você vai conseguir jogar em qualquer lugar que tenha um computador com internet (coisa um tanto quanto obrigatória para um computador).
O jogo é todo jogável com mouse, sendo assim é bem intuitivo e não exige nenhum equipamento. 
Aqui você controla um ponto com uma cor definida pelo jogo. Você vai direcionando o caminho que esse ponto vai percorrer com a seta do mouse, para onde você colocar a seta o ponto vai seguir, simples assim.  O ponto vai deixando uma linha de rastro, fechando círculos ou outras formas geométricas com essa linha você fecha um território. Dentro desse território seu ponto é imune a outros pontos e não fica nenhuma linha de rastro, já que a linha é da mesma cor do território. 
Entendido até aqui crianças? 
Muito bem, vocês todos vão ganhar estrelinha de premio, menos você do fundo, vai ganhar bolinha preta de demérito, seu bosta!
Continuando, as partidas são online (por isso que te falei que precisa ter internet no computador) e mesmo nos horários mais mortos você vai encontrar pelo menos umas 20 pessoas em partida. Essas outras pessoas estarão tentando ganhar o mesmo território que você e conseguirá ficar na frente na partida quem tiver mais território e matar mais jogadores. 
Deixe-me explicar como que mata outros jogadores, pois essa parte deixa as coisas bem interessantes. Lembra da linha que fica de rastro do seu ponto? Ótimo que você está prestando atenção no Tio aqui e não está seguindo o exemplo daquele merda do fundo que expulsei da sala. Se um outro jogador cortar essa linha de rastro sua, você morre. Se outro jogador fechar território sobre o seu, você perde território pra ele. Se você bater na sua linha de rastro, é suicídio, se seu ponto se chocar com o ponto de outro jogador, os dois vão pro saco mas caso isso aconteça dentro do seu território, ele vai pro além sozinho e vice vessa.
A durabilidade de cada partida pode ser de 10 segundos a uma hora, depende muito das suas habilidades e ganancia. Se você tenta ganhar território muito rápido, vai facilitar sua defloração. 
O legal é que tudo é muito rápido aqui, morreu, aperta em jogar de novo e pronto, já vai. Mais rápido que muitos jogos multiplayer AAA. 
O único problema são as propagandas, que as vezes são em vídeo pra encher ainda mais nossas paciências mas mesmo assim é um bom modo de passar o tempo no serviço, por exemplo. Sim tenho jogado bastante isso no meu trabalho e minha sorte é que o viado do corno filho da puta de arrombado do meu chefe não está lendo isso. Caso esteja lendo, é brincadeira chefinho lindo do meu S2.
Então é isso meus alunos cheirosos, o sinal está preste a bater, sendo assim vejo vocês na madrugada em alguma partida desse joguinho sem vergonha de divertida.

18 setembro 2017

Evanescence Lança Musica Nova, Um Passo Ao Pop

Em maio desse ano o Evanescence havia anunciado seu álbum novo por meio de um vídeo lançado nas redes sociais pela vocalista Amy Lee. Nesse vídeo a cantora descreve como será o álbum, o que fez muito fã torcer o nariz pro material que vinha sendo ainda trabalhado.

Entre muitas explicações ela deixa claro que iria tirar todas as guitarras e bateria das musicas, as orquestrar e em cima disso colocar batidas eletrônicas. Isso tudo em musicas que já existem da banda e em algumas novas também. No caso ela deixa claro que isso não quer dizer que sejam remixes das musicas já existentes e sim devem ser vistas como refeitas. 
Desde então alguns detalhes desse tal álbum, que está mais para projeto, foram sendo soltos, entre eles uma versão do grande sucesso da banda, Bring Me To Life, que nessa nova roupagem virou praticamente uma musica pop. 

A dois dias a banda liberou uma nova musica, Imperfection, um som que é exatamente o que se podia esperar após o prometido, orquestração simples misturado com batidas e melodias eletrônicas com uma letra até que interessante.

Tudo isso dividiu as opiniões dos fãs, alguns acharam um absurdo esse direcionamento da banda, outros não curtiram mas entendem esse tal álbum como projeto e nem ligam e outras acham até que legal e há ainda outros que se drogaram demais para opinar.
O Evanescence sempre usou esses dois elementos na sua musica, tanto orquestração como batidas eletrônicas, talvez esse tenha sido o motivo que tornou a banda mais famosas que outras bandas góticas, se é que posso considerar essa banda assim. 
Mas já que coloquei essa banda como gótica, falemos do publico gótico que torceu o nariz para essa banda desde os primeiros momentos, ficando escandalizados e saindo as ruas em protesto contra cada citação á banda como góticuzinha.
Como já falei mil vezes e nunca me repito, eu costumo divagar e fugir do assunto, sendo assim aqui retorno ao que queria dizer... 
O Evanescence sempre foi uma banda vista como sendo a vertente mais pop do metal gótico (vai ter fã do estilo vomitando sangue e ódio por conta dessa descrição), porém, por mais odiada, ou detestada, ou repudiada, ou marginalizada, ou repugnada, ou renegada, ou rejeitada, ou repelida, ou recusada, ou abominada, ou antipatizada, ou seja lá qual sinônimo que se pode usar aqui, Amy Lee e seus companheiros eram vistos como uma banda de metal. 
Com esse lançamento, fica claro que a banda quer desbravar outros horizontes, e pelo estilo dessas músicas fica ainda mais claro que esse horizonte é o pop. As musicas são muito acessíveis para quem curte cantoras pop, como Adele por exemplo. Isso não quer dizer que é ruim, tampouco bom, significa que o mercado de rock não anda muito vendável para uma banda com maior apelo comercial escolher novos caminhos para continuar a ter venda e sucesso do mesmo tamanho.
Quando falo em apelo comercial, pense no mercado da musica, uma caralhada de pessoas trabalhando por traz da banda para definir o rumo de sua carreira, pequisa de mercado e o caralho a quatro. Esse povo todo está deixando claro que novos rumos devem ser tomados se quiserem continuar lucrando alto, claro que geralmente esses executivos por traz de bandas mainstream quase nunca acertam e álbuns como esse acabam se tornando sinônimo de ruim mas vale pela coragem da banda em tentar lançar algo diferente, mesmo que esse diferente vá em total contra mão do que elas fazem parte.