17 janeiro 2018

Hoje Eu... Joguei: Call of Duty - Modern Warfare Remastered

Olá meus caros seres especiais, como vão? Como não me importo com isso vamos direto ao assunto pois Hoje Eu... joguei Call of Duty - Modern Warfare Remastered.
Mas vamos por partes, começando como comprei esse jogo pois é uma informação boa já que vocês podem aproveitar da mesma promoção. A Magazine Luiza tem uma queima de estoque especial no início de cada ano, essa porra é tão séria que tem gente que dorme em filas na porta das lojas. Eu não dormi e nem fudendo dormiria mas fiquei de olho na internet pra ver se alguma coisa rolaria nas lojas virtuais da dona Luiza também, e aconteceu, porém não era exatamente o que eu queria comprar. Mas como eu sou brasileiro e me fodo pra caralho, olhei os preços de jogos. 3 jogos me chamaram atenção, Far Cry 3, Assassins Creed Rogue e o bundle Call Of Duty - Infinite Warfare/ Modern Warfare Remastered, os dois primeiros em sua versão de XBox 360 por R$29,90 e o bundle para o One por R$49,90.
Esse cara de bundle aqui.
Para ser honesto, minha primeira escolha não foi esse bundle, quis o Far Cry 3 mas por algum motivo ele sumiu do app da loja na hora que resolvi comprar, tentei o Assassins Creed Rogue e aconteceu o mesmo e o que sobrou foi o bundle que não sumiu do app. O engraçado é que depois da compra os outros dois jogos reapareceram e agora por conta dos famosos cookies eles ficam sendo oferecidos a mim a cada propaganda que vejo pela internet e com os mesmos preços da tal promoção momentânea.
Mas enfim, comprei e na hora de instalar o que eu esperava infelizmente aconteceu, só o Infinite Warfare vinha no DVD, o Modern Warfare era necessário baixar o jogo completo, 78 Fucking Gigas! Isso além dos 18GB de atualização do outro jogo, para quem tem uma internet meia boca, isso é um pesadelo.
Um comparativo entre o original e o remaster que compara os gráficos.
Mas enquanto instalava joguei o quanto deu no tempo que eu tinha e devo dizer, ficou bonito pra carai saporra. Modern Warfare é um dos jogos mais legais de toda franquia e isso é unanimidade entre os apreciadores de COD e nesse remaster tudo ficou lindo, a iluminação, a pele dos personagens e até suas expressões são de tirar o chapéu mas não ficou um jogo com gráficos de ultima geração, comparar com um Battlefield 1 chega a ser covardia. Ah e aqui adicionaram uma legenda PT/BR bacanuda.
O homem, a lenda, o bigode.
Aqui chego a parte que queria chegar, o jogo lançamento desse bundle era o Infinite Warfare, é um bom jogo, mesmo tendo recebido todo aquele hate que recebeu, ele diverte e traz uma história com ficção cientifica bem interessante e envolvente, porém, quando você joga o remaster ele se torna tão mais fraco do que é por conta da comparação que nos leva a pensar se agora a Actvision vai começar a remasterizar os seus jogos clássicos para vender junto de seus lançamentos mais medianos e assim afetar o numero de venda deles, como aconteceu nesse caso onde esse remaster só podia ser comprado nesse bundle.

14 janeiro 2018

O Que Realmente Acontece Quando 'Escurece A Tela' Em Fallout

Fala meus raios de sol, hoje no ilustrando trago algo diferente, uma idéia do que aparece em um jogo mas não é mostrado... me explico melhor.
Estava jogando Fallout 4 e lá da para engatar romance, ou pelo menos ter uma noite de sexo. Em Fallout, aquele jogaço da Bethesda, isso não é novidade, já que no Fallout New Vegas é possível usufruir dos prazeres que um robô pode proporcionar, sim, isso deve ser divertido mas os jogos nunca mostram a 'hora do fight', quando você consegue convencer alguém a dar amor pra você, a tela do jogo escurece e depois de segundos reaparece em uma cena com uma conversa no maior estilo "foi bom para você?", assim como acontecia nos filmes antigos. 
Por isso tudo resolvi imaginar um pouquinho o que acontece quando as luzes se apagam, pelo menos ilustrei o iniciozinho disso, sendo assim, espero que apreciem e até a próxima.
Arte: Franci

11 janeiro 2018

1 Quest 8 - California Games (Master System) - BMX

Ó, hello! 
Hoje traremos nossa primeira gameplay do ano e para essa tarefa escolhemos California Games, o tataravô de jogos de esportes radicais (skate, BMX, patíns e hentai). Lançado pela Epyx em 1987, de início para MS-DOS e sistemas da Apple, passando pelo NES chegando até o Mega Drive, sendo que a versão que aqui jogamos é a de Master System.
Aqui no Brasil esse jogo ganhou uma versão nacional chamada de Jogos De Verão, onde a jogabilidade permaneceu a mesma, porém as marcas que davam nome aos diversos campeonatos dentro do jogo foram retiradas.
Voltando a Califórnia, o jogo ganhou o nome do estado dos Estados Unidos por conta desses esportes serem os que eram praticados naquele local ensolarado. As telas homenageiam o estado, com detalhes que mostram a beleza californiana até onde os 8 bits permitem.
Enfim, esse jogo é o terceiro jogo de uma série de jogos de esportes da produtora. Não são os melhores jogos do mundo mas são pioneiros e isso é muito importante. Então bora pra Califórnia cruzar com Hank Moody (essa só quem assistiu Californication entendeu).

03 janeiro 2018

Hoje Eu... Assisti: Roma - Império de Sangue

Olá meus caros biscoitos molhados de leite do café, entraram o ano bem? 
Espero que sim, eu virei o ano dentro de um micro-ônibus, conversando com o motorista sobre pessoas bêbadas vistas em nossas viagens até então e de como pretendíamos chegar ao mesmo estágio alcoólico ao estender da noite de réveillon. Digamos que iniciei esse ano como nunca fiz antes.
Mas vamos deixar de enrolação introdutória e penetrar no assunto principal que é a série Roma: Império de Sangue, a que assistimos hoje. Essa série, que é produzida pelo Netflix, nos traz uma mistura bem interessante de documentário com épico histórico, sendo narrado pelo Sean Bean (o Boromir e Ned Stark, que conseguiu mostrar um caminho comum em seus papéis no Senhor Dos Anéis e Game Of Thrones, que foi morrer). 
Essa mistura de documentário com épico histórico não é algo novo, Discovery, History Channel e NatGeo fazem isso já a muito tempo. Porém, Roma: Império de Sangue tem DNA do Netflix, isso é percebível pela forma como a série roda de maneira dinâmica e os depoimentos dos historiadores são mostrados de uma maneira rápida mas não desleixada, tornando eles de fácil digestão.
Hoje Eu... assisti ao penúltimo episódio, o quinto de seis, Luta e Glória nos mostra algo que até então sempre imaginei extremamente improvável na história dos gladiadores de Roma, porém, não vou falar o que quero dizer e cheguei até a digitar porque não posso spoilar, malditos tempos modernos que criaram esse termo.
Dá uma bitóca aqui.
É legal ver um documentário voltado ao entretenimento, mesmo com uma seleção de atores desconhecida, eles cumprem seus papéis, menos o ator que faz o Cômodo (o personagem histórico central da bagaça) que pra mim se parece o Bruno Sutter do Hermes E Renato, até no modo de atuar em Romaria (uma das esquetes do programa).
Mas voltando ao que eu queria falar no parágrafo anterior e acabei viajando pra longe e estou com preguiça de editar e colocar vírgulas: Esse lado documental feito em formato de entretenimento é algo que torço para ganhar mais investimento e atenção da Netflix. 
Gosto bastante de história, leio bastante sobre mas com essa série aprendi, melhor dizer, estou aprendendo um capitulo da história do Império Romano que nem imaginava existir, descobrindo uma personalidade histórica bem incomum das grandes lendas que estamos acostumados, o nome dele é Cômodo. Filho do famoso Imperador Marco Aurélio, Cômodo nos ensina o quanto uma pessoa pouco preparada para uma posição de liderança pode foder com tudo, inclusive com a mulher dos outros.
Não só das altas confusões de Cômodos eu aprendi mas muita coisa de uma das maiores sociedades que já existiu foi melhor explicado alí, de uma maneira onde me diverti assistindo, onde pude senti uma melhor empatia por esses seres humanos que moldaram nosso mundo antes mesmo de nossos tataravôs comerem nossas tataravós.
Agora que o texto acabou vamo beber!