28 abril 2017

Feliz Aniversário a Minha Dama

Nessa sexta não trago tirinha ou ilustração, trago apenas minha arte em homenagem a pessoa que amo e divido minha vida, a minha esposa. Nesse domingo, dia 30 ela completará vários anos de idade e com esse desenho a homenageio.
A alguns tantos anos atras, no inicio de nosso relacionamento, naquela época de paquera (me senti um idoso usando essa palavra - "nessa época se desenhava tudo com mato") eu a desenhei, isso ajudou a conquista-la (cara, hoje estou muito erudito - "devo montar em meu cavalo e cortejar a minha dama"). Mas não só a conquista-la, também serviu como algo prazeroso, desenhar suas curvas, imaginando minha mão percorrendo cada uma delas, imaginar que expressão ela poderia estar fazendo pra mim, somente pra mim, tudo isso foi extremamente gostoso, foi sensual e a arte anda lado a lado com a sensualidade, com o desejo, quando se tem tesão na arte que se está produzindo, quem contemplar sentirá isso, e ela sentiu essa sensualidade na minha arte, o que tornou aquele desenho ainda mais mágico. 
Anos se passaram desde essa ocasião e até hoje, toda mulher que desenho, é com o corpo da minha amada em mente, ela é minha musa e para sempre será. O seu corpo para sempre será sinônimo de sensualidade e de prazer na hora de desenhar suas curvas, os anos podem passar, mudanças acontecerão mas sempre será a musa da minha arte, a senhora dos meus desejos.

10 Minutos 1 - The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass (DS)

Inaugurando nosso mais novo quadro e expansão, vos trago 10 Minutos, nosso primeiro quadro de gameplay no nosso canal do YouTube. Como o nome já diz, aqui mostraremos 10 minutos de um jogo, mostrando exatamente onde estamos nele, sem edição ou qualquer coisa do nível, o gameplay aqui vai ser cru e direto, com minha narração.
A idéia disso é poder mostrar o jogo exatamente da forma que ele é, sem firulas e sem gritaria ou coisas do nível para fingir situações. 
Para inaugurar, trazemos 10 minutos de The Legend Of Zelda: Phantom Hourglass, jogo lançado para Nintendo DS em 2007, pela própria Nintendo, esta que pode ser vista como o 14º jogo da franquia do Link e companhia (tirando spinoffs e versões especiais) sendo uma sequencia direta The Legend of Zelda: The Wind Waker de GameCube.
Enfim, é isso:

20 abril 2017

Apresentamos: 1st Regiment - Chrome Division

E ae, prontos pro role? Graças a nossa querida Vivo sumimos por um tempo mas parece que resolveram o problema, ou parte dele (vai saber), então bora ouvir o bom e velho rock n' roll.
Hoje lhes trazemos uma banda que já possui alguma fama mas está um tanto quanto longe do mainstream, o Chrome Division
O Motorhead norueguês, como alguns apelidam a banda, é uma super banda formada por músicos de bandas já famosas, porém a formação já mudou pra carai mas vamos se abster a que gravou musica 1st Regiment, do álbum Doomsday Rock 'N Roll de 2006. O nome que mais chama atenção é do Shagrath, vocal do Dimmu Borgir que nessa banda assume a primeira guitarra, Eddie Guz, vocal do Carburetors assume os vocais com sua voz rouca, Tony White (Kirkemo), baterista do Minas Tirith nas baquetas, Luna (Bjorn Luna/ Burn Luna), baixista do Ashes To Ashes que continua nas quatro cordas e Ricky Black que agora toca guitarra no Madder Mortem na segunda guitarra.
A ordem nessa banda é um speed metal de primeira, sem frescura e sincero... pelo menos nessa formação... Enfim, 1st Regiment é a sétima faixa do já citado Doomsday Rock 'N Roll que é o álbum de estréia da banda. O som é uma ótima crítica a guerra, algo que realmente combina com o momento que estamos vivendo (acabei de datar esse post). Comparando ao resto do álbum é um som mais arrastado, isso não quer dizer que seja leve, é uma porrada no pé dos ouvidos com riffs de qualidade e tudo mais que um bom speed deve ter... Melhor que falar é ouvir então, curta sem moderação!

14 abril 2017

Oberyn Martell Versus Gregor Clegane (A Víbora Vermelha Versus A Montanha Que Anda)

Estou lendo uma monografia de psicologia sobre o valor da fantasia e contos de fadas em nossas vidas, esta me abrindo vários horizontes e nela encontrei algo que sempre pensei. Como ilustrações em livros podem estragar parte da graça da coisa, já que as vezes imaginamos tal cena alí descrita de uma maneira totalmente diferente a que o ilustrador desenhou.
Pensando nisso resolvi adcionar algo aqui nesse blog, o Ilustrando, onde vou desenhar sob minha visão alguma cena. E para começar aqui colocarei a batalha entre o príncipe Oberin e Gregor Clegane, a Montanha da saga de livros Crônicas de Gelo e Fogo, também conhecido por conta da série Game Of Thrones
O porque da escolha é que estou lendo os livros, estou no quarto livro da saga, O Festim Dos Corvos. Essa batalha que se passa durante o terceiro livro me chamou muita atenção. Como disse no início do texto, as vezes a ilustração do ilustrador (puts que redundância) é totalmente diferente do que imaginamos ou até mesmo do que é descrito no livro. No caso de As Crônicas de Gelo e Fogo, temos como ilustração a série Game Of Thrones, que é extremamente de bom gosto por sinal. A série traz muitas diferenças do enredo do livro, claro, é uma adaptação para as telinhas e como tal precisa de alterações. 
No caso dessa luta, muitos detalhes foram modificados, como até mesmo o final da luta que não acaba nada bem pra ambos mas vamos a minha ilustração disso. Nela quero mostrar o exato momento final da luta, onde um dos guerreiros chega ao seu momento final e deixa o outro a espera disso.

23+: Guitarristas


A banda está quase completa, já fizemos a lista 23+: Baixistas, 23+: Bateristas e 23+: Tecladistas/ Pianistas e agora chegou a hora dos guitarristas. O instrumento que recebe mais atenção de todos, onde quem toca usa da posição de guitar god e merece muito reconhecimento. Fomos meio relutantes em fazer essa lista porque ela é um tanto quanto previsível porém não dá pra fugir dela para sempre, então fazer o que, simbora:

06 abril 2017

Mulheres, Galeria do Rock e Declínio


Fala cambada. Vocês conhecem a Galeria do Rock que fica no centro de São Paulo? Como as únicas vozes que consigo ouvir é as que estão em minha cabeça, vou imaginar que vocês estão dizendo sim. Mas caso um de vocês viva em Krypton e não faça a menor idéia do que estou falando vai um pequena explicação:

A Galeria do Rock é uma galeria voltada ao Rock.

Nossa, eu poderia ser professor, explico as coisas muito rápido e de uma maneira que não sobram duvidas... Como assim você não entendeu? Puta que pariu hein Kryptoniano! Simbora pra mais uma explicação:

A Galeria do Rock, é uma galeria de lojas que foi fundada em 1963 na capital paulista com um belo projeto arquitetônico. A princípio a galeria era chamada de Centro Comercial Grandes Galerias, não era voltada ao rock, em sua maioria abrigava alfaiatarias e coisas do nível mas depois do declínio deles a galeria também entrou em declínio e começou a ganhar lojas com artigos punks, skinheads e claro, de metal. O problema é que essas tribos se estranhavam e a porradaria comia solta (peguei o final dessa época em minhas primeiras visitas, era glorioso). Com o tempo os lojistas começaram a profissionalizar melhor o espaço e tudo se tornou seguro, ou pelo menos bem mais seguro. Com o rock entrando em declínio, outros tipos de lojas começaram a ganhar espaço na galeria, como estúdios de tatuagem, lojas de artigos de skate, de artigos nerds e cabeleireiros (lembrando que o subsolo e o térreo são lojas voltadas ao rap, hip hop e reggae desde muito sempre).

Agora que todos estão bem informados, contando com o Kryptoniano (bem feito que o seu planeta explodiu), podemos continuar.
O buraco do meio da Galeria do Rock.

No fim do ano passado, aquele lá que acabou para esse novo ano começar, fui até a Galeria do Rock em busca de um presente para minha amada esposa do meu coração. De fato o que eu queria era a cereja do bolo, sabe? Aquele presente que faz parte de um conjunto de outros e que serve apenas para complementar a porra toda de uma maneira inteligentemente carinhosa. Entendi o seu foda-se! Enfim, essa cereja do bolo era uma estampa do Iced Earth, uma banda que a minha mulher aprecia bastante, o que eu queria na verdade era uma baby-look, aquela camisetinha feminina.
Fui a todas lojas que vendem estampas na galeria (já devo ter repetido essa palavra umas trocentas vezes e vou repetir mais, acostume-se), poucas lojas tinham camisetas do Iced Earth, nenhuma tinha baby-look da banda. As lojas possuíam as baby-looks clichês de sempre, AC/DC, Doors, Queen e outras bandas de rock clássico ou hard rock, algumas de metal ou punk mais acessível mas nada, nada mesmo, porra nenhuma, de metal underground ou de algum sub gênero extremo.
Os E.U.A. não sabem dessa ramificação do ISIS

Isso me fez meditar sobre o assunto, pois estamos falando do maior polo voltado ao rock do Brasil e nele as mulheres não poderão encontrar a porra de uma baby-look de uma banda que gostam.
Não estou aqui querendo bancar o discurso feminista pois não é esse o caso já que de certas bandas não conseguimos achar estampa nem pra um nem pra outro, um exemplo é o Evergrey, onde você não encontra estampa em formato algum. 
O que quero falar é do mercado como um todo, pois voltando ao publico feminino, eu como fan de metal extremo posso atestar que publico feminino não falta nesse gênero. Porém as meninas que curtem esse tipo de som e querem uma estampa de uma que não está no mainstream, terão que suar a camisa e quando falo a camisa, é uma camisa que ainda nem tem. Muitas vezes quando você vê uma menina com uma estampa de uma banda assim, ela acaba tendo que usar uma estampa masculina, muitas vezes dão umas personalizadas, fatiadas de uma maneira que fica até que bonito.
A internet está sendo uma boa saída a isso também pois lojas como a Contra Grife (estamos fazendo propaganda sem ganhar porra nenhuma com isso, devíamos ir pro paraíso), vendem estampas personalizadas e da pra encontrar de muita coisa no catalogo dos caras. 
Porém o mercado do rock tem que acordar para isso pois já vemos um declínio ali mesmo, na Galeria do Rock, desse tipo de mercado e nós que somos clientes dele, não queremos que acabe mas se continuarem a subestimar seu publico, podem continuar em declínio até chegar ao fim.