19 agosto 2017

Trollando Por Meio Da Fé

Arte: Franci

18 agosto 2017

Rock & Literatura: Saga O Senhor Dos Anéis (Lord Of The Rings)-J. R. R. Tolkien (Parte 17)

Pode passar o tempo que for mas o que é bom prevalece. Senhor Dos Anéis é a prova disso e sua influencia vence as barreiras do tempo, como prova disso chegamos a parte 17 desse Rock & Literatura, sendo que até a parte 16 apareceram por aqui 80 bandas de diversos gêneros do metal e rock. Isso mesmo, é coisa pra caralho!

E então, preparado para mais 5 bandas? Então simbora:

Running Wild: Esse grande nome do metal alemão homenageou a quem se espera que homenageiem, Mordor. Heavy metal de qualidade em homenagem as terras sombrias;

Mordor (Polônia): Outras bandas escolheram esse mesmo nome mas lembre-se que estamos falando da banda polonesa que faz uma mistura alá Morbid Angel de death metal e doom. Além do nome da banda ser em homenagem as terras obscuras, temos The Kingdom Of Mordor para homenagear o lado escuro da força;

Dagorlad: Esses belgas nos brindam com black metal atmosférico, onde todos os assuntos do gênero são tratados em suas letras. Além de batizarem a banda com o nome de uma localidade da Terra-Média, os caras fizeram musicas que trazem toda aquela aura das histórias de Tolkien, entre essas musicas podemos escolher Dwarves, que fala sobre os anões em suas minas forjando armas;


Isengard (Suécia): Já falamos de outra banda com o mesmo nome de Isengard que tocava black metal e depois se tornou Darkthrone. Aqui é power metal vindo da suécia e além do nome da banda, a homenagem vem em diversas musicas, inclusive em Fire Of Isengard;

Brocas Helm: Esses americanos nos trazem um heavy metal bem próprio, com umas pitadas de Rainbow ao Heavy Metal mais tradicional. Em Into Ithilstone, essa localidade da Terra Média serve de plano de fundo para uma grandiosa guerra em uma letra de tirar o chapéu e uma bela duma porrada a moda antiga.

17 agosto 2017

(Mute) 5 Minutos - The Legend of Zelda: Phantom Hourglass (DS)

Hoje trazemos o 5 Minutos em versão (Mute) de um jogo bem interessante de DS, depois relançado no virtual console do WiiU, aquele console da Nintendo que ninguém liga.
The Legend of Zelda: Phantom Hourglass já apareceu por aqui em um 10 Minutos, na verdade ele inaugurou essa categoria de gameplay dessa bagaça e você pode ver nesse link aqui (o vídeo ficou apenas na cutscene inicial mas é bem legal). Como acabei de falar e não me repito muito, todas informações básicas desse jogo já estão nesse post do link e não quero ficar me repetindo sobre Link (trocadilho escroto a gente vê aqui). 
Então, sendo assim bora curtir 5 minutinhos rápidos desse jogo maravilhoso, simbora.

11 agosto 2017

Apresentamos: Breaker - Primal Fear

O Accept é uma das bandas mais importantes do cenário metálico.
Com essa verdade incontestável eu começo esse post, pois goste ou não da banda, você é obrigado a concordar pois os caras influenciaram uma geração que formou bandas de diversos sub-gêneros do metal. Como prova do que eu disse agora posso citar o tributo a banda lançado em 1999.
A Tribute To Accept Vol. I foi lançado pela Nuclear Blast e traz bandas de diversos estilos do metal fazendo covers matadores do Accept, entre essas bandas temos HammerFall, Tankard, Sodom, Grave Digger, Therion, Tarot, Dimmu Borgir, e é claro, Primal Fear.
Cada banda deixou o som ao seu estilo, o que torna o tributo ainda mais especial, mas como a idéia aqui é apresentar o som do Primal Fear vamos nos abster a ele. Breaker é a sexta faixa do CD e é uma belezura do heavy metal. 
Como sempre falo e repito, melhor que explicar é ouvir, então simbora:

08 agosto 2017

Nazi, Ira!, Kazebre - Merda Acontece

No dia 5 de Agosto, sábado passado o Ira! se apresentou no Kazebre, inferninho da hora da zona leste de São Paulo. O show não saiu como esperado por aparentemente Nazi, o vocal da banda, estar bêbado.
Pelo que as pessoas que lá estavam comentaram, o show atrasou, o vocal passou mal, nem conseguia ficar em pé e chegou até a vomitar no palco. Pois é, chegou-se ao extremo do rock n' roll nessa apresentação.
No dia seguinte Nazi se pronunciou por meio de um vídeo no Facebook, pediu desculpas por conta de sua postura no show, explicou que tinha feito um show antes no interior de SP e que após esse show ele passou dos limites com a bebida e que também havia levado alguma picada de algum bicho peçonhento e tudo isso colaborou para tal situação.
Choveu comentários, pessoas reclamando da banda e defendendo o Kazebre, pessoas escorraçando o Nazi e defendendo Kazebre e Ira! e pessoas esculachando a porra toda porque estavam com raivinha tardia. Mas, e sempre existe um "mas", tinha pessoas defendendo o próprio Nazi e falando que o rock n' roll é isso.
Será que o rock é isso mesmo?
Em partes sim. As maiores bandas... melhor dizer, as bandas mais influentes já aprontaram o mesmo tipo de presepada e na época a galera não ficou jugando Jim Morrison por estar loucão demais pra cantar, pelo contrário, até hoje ele é referenciado por toda chapades. 
Claro que os tempos são outros, o mundo é mais careta, o rock em sí foi padronizado e os shows não são mais tão livres como naquelas épocas remotas que foram citadas por quem quis defender o Nazi. O publico se acostumou a isso e está certo em cobrar um show de qualidade da banda já que pagou para curtir aquele momento e na maioria das vezes não se paga barato para estar alí. 
Culpar a casa, no caso o Kazebre, é no minimo ignorância, ficar julgando o musico, no caso o Nazi, é hipocrisia, ainda mais depois de tudo ter acontecido. Sou da geração que se dava pra detonar tudo na hora, detonávamos mas depois não ficávamos chorando o leite derramado. 
Merda acontece.

07 agosto 2017

Apresentamos: Big Balls - Muscadine

Oi vocês aí, sabem o que é ECW
Parabéns ao único ser humano que respondeu Extreme Championship Wrestling e pra quem ainda não sabe do que estamos falando, essa era a principal liga de wrestling dos E.U.A. que depois veio a se tornar a WWE... Sim jovem, luta livre. Sim também meu velho, aquelas tretas fantasiosas do Telecatch.
Indo direto ao assunto, todo lutador que se prese, seja no estilo de luta e liga que seja, tem uma trilha sonora de peso na hora de entrar no ringue. Isso é norma desde o boxe ao UFC. Na ECW não era diferente mas como esse tipo de luta é entretenimento puro, as musicas aqui eram escolhidas a dedo, ou seja, muito rock e metal do bom nessa porra.
Sendo assim, em 1998 a ECW teve a fantástica idéia de produzir um CD com a sua trilha sonora e nela tivemos Motorhead tocando Enter Sandman do Metallica, Bruce Dickinson fazendo cover de The Zoo do Scorpions, entre tantas outras coisas bem legais. 
No meio dessas maravilhas todas encontramos um cover feito pelo Muscadine para Big Balls do AC/DC, aqui os caras tocam uma versão acústica para musica, com um vocal quase falado, simplesmente fantástico e claro, você não encontra por aí, então enjoy.

03 agosto 2017

(Mute) 1 Quest - Asphalt 8 - Airborne (PC) Corrida Multiplayer Na Patagônia

E ae mis amigos, vamos estrear mais um estilo de gameplay pra vocês, o (Mute), onde não teremos minha voz ou qualquer tipo de narração, apenas o gameplay em sí, para podermos apreciar o áudio do jogo.
Para inaugurar trago um jogo que pode ser uma boa dica, Asphalt 8 - Airborne, jogo de corrida da Gameloft lançado para Mobile e PC. Caso você jogue a versão PC/ Windows e tenha uma conta da XBox Live, vai conseguir conquistas fáceis de um jogo gratuito. O jogo foi lançado em 2013 e tem multiplayer e campanha, porém nem tudo é paraíso e aqui tem microtransação até no cu... digo, escapamento dos carros, carros esses que são todos modelos que existem, customizáveis pero no mucho. Graficamente é um jogo bonito, com alguns efeitos bem bacaninhas e o mais importante, roda em qualquer PC meia bomba, até naquele do seu trampo.
Melhor que falar é jogar, então curtam o vídeo sem moderação:

27 julho 2017

1 Quest 5 - Castlevania 2 - Simon's Quest (Nintendinho/PC) Dia/ Noite

Fala miguxos, hoje temos gameplay feito por eu para vocês.
O jogo escolhido é Castlevania 2 - Simon's Quest, jogo lançado pela Konami em 1987 para Nintendinho. Apenas dois anos após eu nascer e algo assim já era lançado. O jogo também ganhou uma versão para PC mas muitos anos após seu lançamento.
A quest em questão a ser jogado é um trecho do dia e outro da noite, mostrando assim o avanço do tempo e as consequências disso ao gameplay, sendo assim, simbora:

25 julho 2017

Matanza Fest São Paulo Julho 2017

E eis que no dia 22 tivemos o festival nacional que vem ganhando corações por todo Brasil, o Matanza Fest, que dessa vez contou com a magnificente participação de nós do Attitude23... Exatamente, grande bosta!
O local onde o festival rolou foi o Tropical Butantã, uma casa de show que surpreendentemente fica em Butantã, SP. O Tropical, apesar do nome (Tropical é nome de rolê de forró pô) tem um ambiente bem rock n' roll, com um uma ampla pista, um bom sistema de som, apesar que não ter ficado muito nítido em alguns momentos. O bar é bem amplo também e tem bastantes opções a um preço caro porém comparado a outras casas mais em conta, cerveja a 10 contos é aceitável, mais ou menos. A localização também é boa, já que fica a minutos de caminhada da estação Butantã (cada vez mais o nome Tropical Butantã fica incrivelmente inteligente, apesar do "tropical") do metrô.
Chegamos com uma hora de antecedência do horário de abertura da casa. Em toda a extensão da calçada ao redor do local (que fica em uma esquina e tem saída em duas ruas diferentes) haviam banquinhas e uma galera vendendo bebida em isopor. Do outro lado da avenida também havia uma moça se vendendo, nós observamos e nessa uma hora ela consegui dois clientes diferentes, parabéns moça, você vendeu mais que alguns caras que estavam vendendo bebida.
A abertura dos portões foi pontual e de inicio a casa estava até que vazia, rolando discotecagem bem bacanuda de uma moça de cabelos brancos curtos que procurei e não encontrei o nome. De Slayer a Gun's N' Roses, ela tocou de tudo tentando agradar ao publico que era formado de todo tipo de rockeiros possível.
A primeira banda entra as 22 horas, Hatefulmurder, uma banda que toca esse metal mais moderno, com umas pitadas de grindcore e outras coisas mais. A banda fez um show competente, com a vocalista Angelica Bastos destruindo tudo, a mulher é mais bruta que um rinoceronte com diarreia. O show dos caras contou com musicas dos dois álbuns da banda, animando uma roda e chegando a abrir um daqueles corredores ao estilo do que o Korzus faz, coisa linda de deus.
Depois de um curto momento de discotecagem e afinação de instrumentos, sobe aos palcos o Muzzarelas, que está comemorando 25 anos de estrada. Os caras são o que mais me agrada no hardcore, se é que posso rotulá-los assim, som competente, pesado, zueiro, irônico e toscão como deve ser. Enquanto enchiam a cara os caras nos brindarão com I Came Here For The Beer, 171 e Ultramusik entre outros sons. Os caras botam pra fuder no palco, cheios de energia, coisa que surpreende já que estão tudo fora de forma, ou melhor dizer, em forma de barril. Rolou até mesmo um vídeo sendo gravado pelo vocal no meio do show. A unica pena é que o som não tava saindo tão bom, os instrumentos estavam todos no talo, as duas guitarras e o baixo viraram uma massa sonora enquanto os vocais ficavam um tanto quanto incompreensíveis, você ouvia mas não entendia o que era dito direito, coisa que entristece pois as letras de uma banda como essa precisam e devem ser ouvidas pois são tocantes.
Mais discotecagem enquanto instrumentos eram afinados e instalados por roadies e depois de um tempo pelos próprios músicos porque a coisa vai ficar punk e punk amiguinho, não tem frescura! Sim, Inocentes começa a tocar agora. Uma das bandas mais icônicas de SP, os caras estão na estrada a mais de 30 anos, influencia para praticamente todas bandas que se apresentaram nessa mesma noite. E claro, o Clemente Tadeu é uns dos rockeiros mais importantes do cenário nacional na ativa e esse cara sabe como se impor no palco, o cara é um showman. O mais legal foi ver que a banda tá formando uma nova leva de fans, uma molecada mais jovem que conhece as musicas, faz roda e curte de fato a banda. Grandes clássicos da banda foram tocados, Ele Disse Não, Pânico Em SP, Rotina, Expresso Oriente, Miséria E Fome, Medo de Morrer, São Paulo - o cover da banda 365, Intolerância - que antes teve um puta discurso do Clemente onde ele falou algo brutalmente inspirador: "intolerância não se combate com mais intolerância!" isso antes de "fodam-se os nazis!". Eu tenho mais de 20 anos de shows nas costas e uma das bandas que ainda não tinha visto e tinha muito vontade de ver era o Inocentes e esse show respondeu a todas minhas expectativas, apreciei cada minutinho e não vejo a hora de ir em outro.
E chegou a hora esperada, depois de mais discotecagem, tudo no palco é modificado, até mesmo a bateria. Mesmo assim, incrivelmente os roadies entregaram o palco rapidíssimo, um pouco depois da meia noite as luzes se apagam, a discotecagem para, a fumaça sobe e o Matanza começa com a desgraceira. Com isso percebo o tamanho do publico que lota a casa, gente pra caralho! Interceptor V-6 abre o show que está em alto e om som com duas guitarras pois Donida voltou aos shows, pelo menos nesse festival. Roda explode e sempre tem um ou outro palhacinho querendo se aparecer, um cara pulou o cerco caindo sobre um cadeirante que foi permitido ficar a frente, os seguranças agiram rápido e o kickaram do servidor. Contabilizei umas 3 meninas passando mal (que foram atendidas pelos paramédicos da casa, coisa muito bacana de ver uma casa de show com paramédicos) e mais dois sendo expulsos pelos seguranças, ou seja, o show pago deu mais treta do que o gratuito na Virada Cultural. Não posso deixar de falar de um dos moshs mais épicuzinhos que já vimos, um cara pulou o cerco, subiu no palco e correu pro mosh, tudo muito rápido e bonito de se ver - parabéns a você mano que deu o mosh. Foi umas duas horas de show, com musica atrás de musica, sem descanso ou papo furado, tudo o que você espera do Matanza. Musicas de toda discografia da banda foram tocadas, de fato foi tanta musica que chega ser difícil de lembrar o que rolou, vou falar as que mais curto e achei magnífico ver ao vivo, Tempo Ruim, Taberneira Traga o Gin,  Quanto Mais Feio e Bota Com Buraco De Bala. Os caras mandam muito bem e tiram o melhor do publico... quer dizer, o pior mesmo. Ás 3 e lá vai desgraça a porra toda acabou e só posso dizer que foi foda.
Parabéns as bandas que nos deram um puta espetáculo, aos seguranças que seguraram as pontas, aos paramédicos que correram em prol dos doentes e oprimidos, aos caras do bar que vendiam goró, a prostituta do outro lado da rua que nos garantiu um passa tempo, a linha amarela do metrô que só começou a funcionar as 4:40 da madruga, sendo que não estava funcionando totalmente, a padaria que ainda estava fechada, nos deixando com fome e a sua mãe aquela puta! 
Zueira a parte, é bom ver que a cena underground está recebendo apoio de uma banda mainstream como o Matanza, é legal ver que o rock tem publico sim e que esse publico está se renovando com uma molecada bem doida e isso é a prova que o rock não morreu e não morrerá tão cedo.

19 julho 2017

Rock & Literatura: Saga O Senhor Dos Anéis (Lord Of The Rings)-J. R. R. Tolkien (Parte 16)

E voltamos a esse assunto que tanto amamos, claro que estou falando de Rock N' Roll e Senhor Dos Anéis, onde você pode encontrar a parte 15 aqui.

Pois é, simbora:

Heavenhill: Esses russos bem loucos (fui redundante agora pois se é russo é louco) tocam um heavy metal que remete um pouco ao lado pesado do Deep Purple, tem classe e é porrada na orelha. Em The Road to the Dimholt os caras falam sobre aquele lar construído pelos mortos que Aragorn e seus camaradas chamam para batalha;

Ringwraith: E como nunca deixamos de lado, vamos ao lado obscuro da porra toda, uma banda de black metal bem true da Itália, de tão true que o Ringwraith é, eles nem tem álbum de estúdio. Porém a sua primeira demo já tem o nome de Tales from Middle Earth (demo essa que depois foi relançada como split junto da banda Doominhated). Além do nome da demo em homenagem a Terra Média, com todas as suas musicas voltadas a história criada por Tolkien, a banda lançou outro split também com musicas homenageando a história do Um Anel. E o mais legal, Ringwraith é um dos nomes dos Nazgûl, em uma tradução livre esse nome quer dizer Espectros Dos Anel;

Scum: Indo a um death metal direto da Finlândia. O Scum homenageia a Morgoth, um dos principais vilões, ou algo do nível, do Silmarillion. Se você acha Sauron maligno saiba que Morgoth foi o mestre dele de certa forma;

Paradox: E aqui temos um thrash metal alemão, porrada no pâncreas, tocando um som com o mesmo nome da banda, Paradox. A letra é uma viajem da porra mas menciona Boromir, Aragorn e até mesmo Shadowfax (Scadufax seria a pronuncia no inglês antigo para esse nome moderno), o cavalo fodão do Gandalf;

Reverend Bizarre: E pra fechar um doom vindo direto da Finlandia. Em Cirith Ungol temos 21 minutos de som arrastado tratando da fortaleza construída por Gondor e perdida para Mordor.

11 julho 2017

5 Minutos - 1 - 007 GoldenEye

Depois de uma semaninha de férias voltamos trazendo conteúdo novo, inauguramos o 5 Minutos, um gameplay editado, dinâmico e rápido que dura, advinha só... isso mesmo criança especial, 5 minutos.
Para inaugurar saporra trazemos um grande clássico, 007 GoldenEye. Jogaço lançado em 1997, produzido pela Rare, lançado pela Nintendo para seu Nintendo 64. Esse FPS marcou a historia e mudou toda uma geração, influenciando games que são lançados até hoje, 20 anos depois.
Nunca desacreditem da Rare amiguinhos e assistam o vídeo.

29 junho 2017

Edu Falaschi The Angra Ye.... Rebirth Of Shadows Tour

E ai senhoros e senhoras.
Nesse ultimo mês Edu Falaschi anunciou sua tour Angra Years que se propunha a exatamente o que o nome diz, tocar as grandes musicas da sua passagem pelo Angra. Os shows não se limitariam apenas a isso mas também trariam músicos daquela época sendo eles Aquiles Priester (Hangar/ Noturnall) na bateria e Fabio Laguna (Hangar) no teclado além de dois músicos do Almah, Diogo Mafra na guitarra e Raphael Dafras no baixo e ainda Roberto Barros na outra guitarra.
Eu sei que esse show deixou seus mamilos duros e lactando, assim como os meus estão.
Porém e sempre existe um porém em tudo nessa danada dessa vida, o próprio Falaschi fez uma transmissão ao vivo no dia 19 de junho explicando de uma maneira bem clara que foi informado que poderia sofrer com problemas legais por conta do uso do nome "Angra" na tour e por isso foi aconselhado por seus advogados a mudar o nome da tour, sendo assim o nome do show passou a ser Rebirth Of Shadows Tour, nada muda, apenas o nome da tour e quem comprou os ingressos e tudo mais pode ficar despreocupado.

Nós aqui do Attitude23 descobrimos esse vídeo por intermédio do Rafael Bittencourt que fez um post falando que iria responder sobre as "calunias difamatórias" do vídeo do Falaschi. Isso atiçou nossa curiosidade e passamos a acompanhar a treta que ganhou mais um capitulo com um vídeo de resposta do Bittencourt. No vídeo gravado no dia 23, Bittencourt fala diretamente ao Falaschi. Diz que ficou chateado de não ter sido informado do uso do nome da banda e que queria participar disso até no planejamento para não atrapalhar as atividades do Angra. Que o resto da banda nem sabia disso e que ele tinha pedido para os advogados dele entrarem em contato com o Falaschi apenas para uma conversa, que o publico não precisava saber disso tudo pois dava para resolver com uma simples ligação.
https://www.facebook.com/RBittencourtOn/videos/10154747178027333/
Então chegamos a treplica do Falaschi onde ele explica que estava no meio de uma turnê quando foi acionado pela advogada do Bittencourt, de uma maneira bem fria e direta a advogada deixava claro que ele tinha 10 dias para entrar em contato e acertar tudo, porém, esse tempo era algo que ele não tinha já que estava em tournê na Europa por isso resolveu por mudar o nome da tour e avisar ao publico do ocorrido. Ainda no mesmo vídeo, Falaschi explica a responsabilidade que tinha com o publico, músicos e contratantes dos shows e por isso teve que correr com essa decisão. O mais interessante é que ele fala que não avisou da tal tour porque não achava que isso criaria alguma complicação e que acreditava que estaria tudo bem já que o empresário tanto do Angra quanto do Edu Falaschi é o mesmo.
https://www.facebook.com/edufalaschi.officialpage/posts/10156283963899745
Enfim, aparentemente depois disso a treta esfriou, pelo menos na frente do publico, porém fica o desconforto. Uma banda do porte do Angra criar caso porque um ex-membro está apenas usando o nome da banda na tour é ridículo. Os direitos autorais do uso das musicas da banda estão sendo pagos, pode ter certeza disso mas procurar problemas com uso de nome da banda é procurar um meio de prejudicar o próximo e não adianta falar que não era algo judicial pois foram mandados advogados, isso desmente o argumento.
Imagina se esse tipo de babaquice entra na moda... de fato já entrou pois os irmãos Cavalera proibiram o uso das musicas de suas fase na banda no documentário do Sepultura, agora isso com Angra. Não imagino bandas gigantes, por mais grandiosas que são fazendo esse tipo de ataque aos seus ex-membros, tirando o Black Sabbath que teve que mudar de nome no seu retorno com o Dio, todas os grandes monstros do rock tem algum ex-membro fazendo um som e usando tanto nome quanto material em suas tours pelo mundo, quem ganha com isso é o fan que pode ver aquele show que não pode ver no passado por algum motivo. Quando uma banda procura problemas por conta disso, ela não apenas está prejudica aos ex-colegas mas também ao publico.
Mas usando o que o cara do print abaixo diz, no fim isso serviu de uma otima divulgação, então tá valendo.

27 junho 2017

10 Minutos 5 - Manhunt 2 (PSP)

E aeses, hoje vamos de gameplay, porque eu posso.
Mais uma vez trazemos Manhunt 2, esse joguinho para baixinhos totalmente educativo.
Esse jogo lançado pela Rockstar em 2007 para multiplataformas, PSP, Wii, PC e Playstation 2.
Enfim, curtam esses 10 Minutos desse jogaço:

23 junho 2017

A Arte Apanhando Para Politica E Outras Idiotices

Hoje vamos a um assunto mais sério, estão ouvindo minha voz mais séria? Como assim não?! Minha voz está dentro da sua cabeça, prestou atenção agora? Pois é, essa voz que aparece na sua mente quando você lê é a minha voz.
Vou largar a sua esquizofrenia em paz e vou ao assunto.
O filme Aquarius iria ser o indicado nacional ao Oscar porém por conta de um protesto político feito pela equipe do filme em uma premiação resolveram mudar para um filme de qualidade bem abaixo da dele, além de forçarem a classificação etária do filme para maiores de 18 anos. Findou que o filme indicado, Pequeno Segredo, não ganhou nem um elogio da academia de Hollywood.
Flyer da fadada tour.
Outra hora as bandas Krisiun e Nervochaos foram detidos em Bangladesh durante sua turnê asiática, quase foram presos por serem considerados satânicos. O país em questão é um país marcado por influencia islâmica radical, sendo assim possui todas aquelas leis doentias que todos acompanhamos nos noticiários sobre oriente médio. No caso as bandas foram liberadas graças ao consulado que correu ao socorro dos caras mas o estrago foi feito já que vários shows foram cancelados. O que se espera do cenário metal é que se una contra uma atitude doentia de um país desse, porém o que aconteceu foi contrário, muitos criticaram as bandas, principalmente o Nervochaos que tinha feito um post de desabafo no Facebook. Parece que o metal tem mais crente que a igreja hoje em dia, tomar no cu!
Aqui nas nossas terras tupiniquinho depois que começou essa moda de polarização, se alguma pessoa publica dá sua opinião sobre algum assunto político, mesmo que não se posicione como direita ou esquerda, logo é tachado como alguma coisa e é xingado até nevar no inferno.
O principal problema não é exatamente esse, o problema é as pessoas não separarem a arte que a pessoa produz disso tudo. A arte tem que estar acima disso tudo, porque a arte é o que nos torna melhores, molda nossos sentimento e emoções, nos desafia a pensar melhor.
Enfim você tem todo direito de descordar do que uma pessoa pensa, desde que respeite a posição dela, tenha maturidade e inteligencia para se colocar no lugar do outro ser humano. Claro, tudo isso que acabei de falar sendo que a outra pessoa esteja te respeitando também, não adianta nada oferecer respeito pra um idiota que quer apenas quer te diminuir.

21 junho 2017

1 Quest 4 - Super Smash Bros (Nintendo 64)

Depois de algum tempo de muita correria, dor e sofrimento in off nós voltamos para mais um gameplay.
O jogo escolhido é Super Smash Bros, de Nintendo 64, lançado em 1999. O jogo foi lançado pela Nintendo como se esperava e desenvolvido pela HAL Laboratory... Ah nem precisa dizer muito, é um jogo bem famoso e mais uma explicação do porque a Nintendo é tão respeitada mandando ver em um crossover de luta antes da moda pegar de fato.

14 junho 2017

Apresentamos: Genocidius - Vader

Hoje vou fazer vocês involuntariamente pensarem em Star Wars
Conhecem o Vader
Sem saber sua resposta vou ter que continuar o texto mesmo assim.
Vader é uma banda de death metal oriunda da Polônia, os caras apesar de fazerem um death primam por criar boa melodia, usar muitas influencias do thrash metal oitentistas sem perder a mão na brutalidade.
Em 2016 os caras lançaram o álbum The Empire que é du caralho (2016 só trouxe coisa boa, na musica pois no resto), a musica que trago para apreciação é a sexta musica do álbum e é uma das que leva o death metal mais a sério entre os sons do álbum. Com uma pegada mais cadenciada a pancadaria de Genocidius vale a cada segundo ouvindo. 
Chega de enrolação, simbora ao som:

13 junho 2017

Edu Falaschi All Star Band - Show Ballads Project No Manifesto Rock Bar

Nesse sábado, dia 10, no Manifesto Rock Bar que fica na zona sul de São Paulo teve show do Edu Falaschi All Star Band apresentando o Ballads Project.
Sim comecei a seco mas é porque estava muito ansioso para contar isso aqui, beleza com vocês? 
Espero que sim.
Voltando ao assunto, como o nome já diz o show é do Edu Falaschi com uma banda composta de super stars (dãn), sendo esses super stars, Ricardo Confessori na bateria, Luis Mariutti (vulgo Jesus) no baixo, Demian Tiguez na guitarra e Junior Carelli no teclado. Sim, parte das primeiras formações do Angra e Shaman e ainda Symbols. Todos esses monstros do metal nacional se juntaram para tocar baladas do Angra e Almah, além de um coversinho de Dream On do Aerosmith, sendo daquela exata versão do Dio junto do Yngwie Malmsteen.
O Manifesto é um inferninho mais metido a besta, pequeno, esfumaçado de teto baixo e palco pequeno. Porém fica em um bairro de classe média, tem um publico mais metido a besta e direito a camarote. Ah não posso deixar de falar de cerveja a FUCKING R$14,00!!!!!!!!! Por se tratar de um inferninho (mesmo com a fudedora cerveja a R$14,00), o palco é bem próximo do publico, sério, se você esticar o braço pode empurrar os músicos. Isso é um sonho para qualquer fan, pois você pode ver de perto os instrumentos, qual equipamento o musico está usando e como esta tocando. Para quem como eu cresceu ouvindo o álbum Angels Cry, ver dois músicos que participaram daquilo tocando tão de perto, foi incrível.
As musicas tiveram de ser adaptadas para uma guitarra apenas, mas o Damien Tiguez provou saber adaptar e mostrou seu valor ao tocar Malmsteen, acredite, tocar aquilo não é pra qualquer um. Na maioria das baladinhas Falaschi tocou violão, fazendo as vezes da guitarra base.
Já que falamos do Damien, saca só as palhetas que ganhamos.
No baixo contamos com a participação ainda de Rafael Dafras do Almah. Pude notar tanto nas musicas tocadas pelo Rafael quanto na maioria tocada por Mariutti um problema no retorno dos músicos, para o publico o som saia, mesmo que num tom mais baixo mas não tinha retorno nenhum pros caras, conseguiram resolver o problema mas bem depois, isso melhorou o som do baixo pro publico que pode ouvir como deve ser, estourando no talo.
A participação de Carelli foi algo muito bom de se ver, pois hoje em dia as bandas estão tirando os tecladistas dos palcos para usarem samples, o que empobre-se muito o show. O próprio Angra vem fazendo isso, ir em um show mais simples e ver que tem um tecladista, ainda mais sendo um puta musico como o Carelli, com um equipamento de qualidade e estilizadissimo é de deixar um qualquer um com sorriso de orelha a orelha.
A bateria de Confessori dispensa comentários, impecável.
Já o vocal do homi do show está como se pode esperar muito bom. Nas musicas que exigiam mais deu pra sentir um tom abaixo mas o cara continua cantando horrores!
Vale ressaltar o bom humor dos caras em palco, brincadeiras, levando a zueira do publico na boa e até levando a galera a participar mais do show tornando a experiencia ainda mais intimista.
O setlist foi como o nome do show especifica composto por baladas do Angra e Almah (se quizesem podiam meter alguma coisa do Shaman também), grande maioria dos sons do Angra da fase onde o Falaschi participou da banda, dessa vez visitando musicas de todos os álbuns em que ele vocalizou as letras cantadas nas cantorias com direito até aquelas versões do Moonlight. Além de todas musicas já citadas, tivemos também algumas musicas da fase do Andre Matos, Lisbon e Carry On para fechar o show de maneira fodalhistica.
Enfim, quem foi no Manifesto na noite de sábado não se decepcionou, assistiu a um show de qualidade com grandes músicos que marcaram nossas vidas bem de perto. Ah sem esquecer a cerveja de 14 puta que pariu Reais!

09 junho 2017

MasterChief - Cozinhando Os Órgãos Internos Dos Inimigos

Arte: Franci

Músicos Que Participaram da Criação de Games

Esse blog que voz fala atualmente se propõe a dois tipos de assunto, rock e games. Já intercalamos esses dois assuntos em várias vezes, quando falamos das curiosidades acerca do Guitar Hero Warriors Of Rock, quando falamos da participação de Paul McCartney na trilha sonora de Destiny e quando intercalamos os dois assuntos pela primeira vez. Relembrei tudo isso para dizer que novamente iremos fazer esse crossover gostoso e sem vergonha.
Já parou pra pensar que crossover é o mesmo que um bacanal?
Não?! 
Mas é, pensa, diversas pessoas ou obras, no caso do crossover, diferentes se juntando para ter e dar prazer mas nem sempre todas partes saem contentes ou satisfeitas. 
Depois desse pensamento genial, estou inspirado, falta de sexo faz isso... Vamos ao assunto central disso aqui que é falar sobre músicos que já participaram da criação de algum game (lembrando que não temos pretensão de fazer um texto conclusivo), então símbora:

Já que citamos o sir, vamos começar por ele. E já que citamos um post sobre o assunto, Maca participou da criação da trilha sonora de Destiny, ele foi responsável pela parte orquestral do jogo e escreveu uma canção para o jogo em sí, Hope To The Future, e o mais interessante, e segundo a Bongie, o cara não cobrou nada por isso o que como eu falei lá na época, é incrível. 


De um monstro do rock passemos a um deus. Lemmy curtia jogos e isso fez com que ele participa-se da criação de alguns além de ser homenageado por outros mas como a idéia é os jogos que os músicos participaram, vamos se ater a isso. Lemmy dublou um personagem no fudido Scarface: The World is Yours, jogo inspirado no filmaço Scarface. No jogo ele dubla um vendedor de armas que tem uns debates cheios de fucks com Montana.
Já em Brutal Legend Lemmy interpreta um personagem que é mais ou menos ele mesmo, Kill Master que com o som de seu baixo chega a ressuscitar um. No caso Lemmy também teve conversas com Tim Schafer (criador desse e de outras pérolas gamísticas como Full Throtle) para elaboração do jogo.
Lemmy também participou do processo de captura de movimentos para seu personagem em Guitar Hero Metallica;


"Uai como assim? Na época da banda nem vídeo game existia direito" Você me diz mas veja bem, foi lançado o incrível Beatles Rock Band que contou com o apoio de Paul McCartney, Ringo Starr e Yoko Ono (por mais que você ame odiá-la ela faz parte da história da banda). Yoko participou ativamente da produção do jogo, dando idéias e descrevendo como o personagem de John Lennon deveria se portar, isso foi muito importante já que poucas pessoas no mundo conheceram o cara tão bem. McCartney e Ringo também tiveram seu numero de reuniões com os produtores e se dedicaram na divulgação do jogo, chegando a ir na E3 de 2009 na conferencia da Microsoft que tratou do jogo;


Já que tratamos de um jogo musical, falemos da primeira banda a colocar seu nome em um e participar da criação, o Aerosmith. O pioneiro Guitar Hero Aerosmith foi o primeiro jogo musical a carregar o nome de uma banda e contar com a participação dos músicos em sua criação, o que tornou o jogo totalmente memorável. Os caras além de repassar à Activision as fitas originais das musicas para melhor reprodução no jogo, participaram com a captura de movimentos e um mini documentário que é mostrado entre as fases do jogo. Algo muito interessante é que o jogo fez tanto sucesso que vendeu mais que o ultimo álbum que estava nas lojas já a algum tempo  da banda Honkin' on Bobo e segundo um produtor, rendeu mais dinheiro pros caras que qualquer álbum deles.
Não só de jogos musicais os caras vivem e emprestaram sua imagem e participaram de Revolution X, um daqueles jogos de tiro com pistola de arcade. Além das musicas na trilha sonora, os caras participaram da divulgação do jogo e em certo momento você pode ouvir Steve Tyler soltando um "toasty" em referencia a Mortal Kombat.


Já que tratamos sobre dois jogos musicais seguidos, bora ao terceiro logo. A maior banda de thrash metal de todos tempos nos presenteou com um dos jogos mais completos de uma banda, Guitar Hero Metallica. Os 4 integrantes do Metallica participaram da captura de movimento, tocaram musicas para captura de áudio e participaram ativamente da produção do jogo. Por conta disso o jogo é muito completo, as escolhas de musica, os extras e tudo mais deixa bem claro que o Metallica realmente estava por traz de tudo;


De uma banda gigante do metal para outra, chegamos no Iron Maiden, a banda lançou diversos jogos para navegador inspirado em álbuns e musica mas vamos tratar apenas dos que foram lançado de alguma forma mesmo. Iron Maiden: Legacy of the Beast é o jogo que está a venda para mobile que teve participação ativa da banda em sua produção. Os caras visitavam a produtora sempre que possível e deram todo apoio necessário a produtora, inclusive com musicas em formato inédito.
O Maiden lançou um best off que vinha com um jogo que também foi o nome da tour da época, Ed Hunter. O jogo era um FPS á moda antiga e vinha junto de dois CDs contendo os sons de maior sucesso da banda até então;


Os caras lá de Seattle tiveram sua parte no mundo dos games. A primeira leva de Guitar Hero Warriors Of Rock continha a coletânea Telephantasm da banda em seu box. Além disso o jogo trouxe o single Black Rain dos caras, isso vindo de uma banda que não lançava nada a 10 anos;


O príncipe das trevas também se digitalizou. No já citado Brutal Legend, Ozzy deu vida a Guardian of Metal, onde ele serviu de inspiração e atuou como.
O Madman também teve sua captura de movimento para Guitar Hero World Tour junto de Zakk Wylde que era seu guitarrista da época;


Já que o Metallica fez, Mustaine não ficaria para trás. Sendo assim o Megadeth escreveu um som para o jogo Guitar Hero Warriors Of Rock. Sudden Death foi lançado em um álbum da banda só tempos depois do jogo, no álbum Th1rt3en e o que prova que a banda fez a musica com carinho é que ela é a musica de abertura do álbum;


O power trio extremamente técnico também está por aí. Em Guitar Hero Warriors Of Rock o álbum 2112 da banda é totalmente tocável. Sendo parte da história do jogo esse trecho ganha narração dos membros da banda entre as musicas.

06 junho 2017

Conferencia Nintendo na E3 2016

A próxima E3 está praticamente aí e eu vergonhosamente não terminei essa série de textos sobre a E3 de 2016 mas estamos no ultimo, sendo assim até que não estamos tão mal. Enfim, já falamos das conferencias da Sony, Eletronic Arts, Bethesda, Microsoft e Ubisoft.
No dia 14 de junho, numa terça feira a Nintendo fez sua apresentação mas não é novidade para ninguém que a Big N está deixando de lado as grandes feiras para usar suas próprias ferramentas de divulgação. Além do mais o presidente Satoru Iwata morreu fazia pouco tempo e a empresa passava por reformulações já que já estava planejando colocar um novo console no mercado.

Apenas por streaming a porra toda começou com um trailer bem longo do já consagrado The Legend Of Zelda - Breath Of Fire. A porra toda levou mais de 30 minutos e mostrou e empolgou a galera com o jogo. Não vou me alongar aqui não pois todo mundo sabe que o jogo lançou e é um puta jogo que fez a tal nova plataforma, o Switch, ser alavancado em vendas;

E depois e por ultimo foi falado dos novos Pokémons Sun & Moon em um novo longo vídeo que contou até com entrevista dos criadores do jogo e tudo mais. Os Jogos foram lançados no final do ano passado para o 3DS e teve a maior pré venda de um jogo da Nintendo até então. Não há muito o que falar, a Nintendo segue formulas com seus jogos e você sabe exatamente o que vai encontrar neles e o mais importante, são jogos totalmente prontos, você compra e sabe que vai ter um jogo integral alí, não precisará de uma DLC de correção ou uma DLC paga para ter o final da historia, enfim, hoje sabemos que a Nintendo foi quem mais vendeu consoles nos últimos tempos, contando com o Nes Mini, e sabemos também, desde sempre, que a Nintendo sabe o que faz mesmo quando erra, ganha muito dinheiro com isso.

05 junho 2017

10 Minutos 4 - Devil's Crush (TurboGrafxs-16/PC Engine)

Se algo é bom, porque não repetir? As coisas ruins as pessoas gostam de remoer e viver lembrando mas as prazerosas esquecem rápido, aqui não gostamos de pensar assim, prefiro o prazer a dor, mesmo que ambos vivam lado a lado.
Sendo assim trazemos de novo Devil's Crush mas dessa vez para o nosso querido 10 Minutos.
Já falamos mas vamos repetir, Devil's Crush é um jogo de pimball lançado em 1990 para multiplataformas, o TurboGrafxs-16/PC Engine e o Mega Drive. O jogo foi lançado pela NEC e Techno Soft e faz parte da saga de jogos Crush Pimball... Enfim, tudo já foi falado e refalado, sendo assim, simbora.

01 junho 2017

O Minimalismo Não é o Mesmo Que Ruim

E ae povo, pensei e repensei em como iniciar esse texto mas não pensei em nenhuma forma melhor de faze-lo, então começo na sinceridade, porque aqui nós é humilde.
Pois é, foda-se!
O que quero falar hoje é sobre a mentalidade de alguns cidadães que se dizem rockeiros, ou seja lá o que for como o infeliz se autointitula. De como eles consideram algo bom ou ruim, isto é (sempre que vejo "isto é" ou um "ou seja" em algum texto, lembro dos livros de geografia que eu tinha no colegial), o que faz esse ser humano acreditar que uma banda é boa ou ruim.
Para começar quero falar de como cheguei a isso e foi da mesma maneira que qualquer pessoa pode descobrir o ódio, pelo Facebook. Pela página do Whiplash para ser preciso. Lá, quando se abre uma noticia sobre alguma banda punk ou de um gênero que toque algo minimalista o que mais se encontra é comentários falando mal da bandas e ainda comparando a Dream Theater (não sei porque mas sempre tem um inteligentão que compara a banda ao Dream Theater e diz "que não toca nada porque não se esforça como John Petrucci").
John Petrucci tirando leite de guitarra por masturbação.
Quando vejo esse tipo de coisa sempre lembro de uma entrevista do Renato Russo onde ele falava que quando o Renato Rocha saiu da banda, ou saíram com ele, nos testes com outros baixistas, eles explicavam pros caras que queriam um baixo simples, uma nota e tals, daí os baixistas reclamavam "vão pensar que eu não sei tocar" e acabavam declinando da banda. O Legião Urbana fazia um som minimalista, não porque os caras não sabiam tocar, ou algo do nível mas porque essa era a proposta da banda.
Uma banda como o Nirvana, que escolhia um tom mais de garagem, sujo, simples e honesto tem como proposta ser exatamente isso e soar assim tanto em álbum como no show ao contrário de algumas bandas mais virtuosis que gravam trozentas guitarras e vocais no álbum e não consegue reproduzir isso ao vivo. Nem um caso, nem outro provam que a banda é boa ou ruim. Aliás, quem prova se uma banda é boa ou ruim? Você ou eu? Quem somos pra atestar a qualidade de algo? Isso mesmo, porra nenhuma!
Vou falar meu ponto de vista quando gosto ou não de algo, primeiro de tudo eu procuro o feeling da parada, pois qualquer tipo de arte precisa de feeling, de sentimento. A musica mais do que tudo precisa disso, é a trilha sonora de nossas vidas, aquele som precisa te mostrar o que aquele cara quer te falar e romper toda e qualquer barreira que você imponha. 
O pós-punk nos traz aquele sentimento de tristeza, de se sentir incomodado mesmo que estejamos com raiva. Quando pegamos um álbum do Joy Division para ouvir, é exatamente isso que encontramos. É esse o feeling que a banda quer passar, mesmo com um som simples, em momento nenhum você vai ouvir o guitarrista da banda metendo notas sem parar como se não ouve-se amanhã mas isso não tira o mérito do cara em te passar a dor daquela musica.
O Dream Theater (que todo mala ama citar) é virtuosismo puro e eu amo isso mas essa é a proposta da banda e em suas melhores fases eles conseguiram aliar virtuosismo a feeling, algo que se encontra em Metropolis Pt. 2 por exemplo.
Mas finalizando, seja virtuosismo, seja minimalismo, ou seja sua mãe aquela puta, o que vale é você curtir, é ser bom de ouvir. Motorhead e Ramones são extremamente fodas, assim como Dream Theater e Emerson, Laker e Palmer. Cada qual faz bem feito aquilo que se propõe, nenhuma dessas 4 bandas exemplificadas deve nada a outra pois são bandas que tocam um som honesto. Antes de comparar dois tipos de som que em nada tem haver, saiba que até os caras do Dream Theater curtem algo mais simples pois eles entendem para fazer algo mais simples tem que entender muito bem o que se está fazendo.

30 maio 2017

10 Minutos 3 - Alien Crush (Turbografxs-16/PC Engine)

E aeses, hoje, mesmo com gripe e rancor voz trago mais um 10 Minutos, dessa vez do jogo Alien Crush.
Alien Crush foi lançado em 1988 pela NEC para Turbografxs-16/PC Engine e depois de muito mas muito tempo foi disponibilizado na Playstation Network. Aqui a pegada é pinball, da saga Crush Pinball, esse é o primeiro da série de jogos que já apareceu por aqui com o segundo lançamento, Devil's Crush (1 Quest 3 - Devil's Crush (TurboGrafxs-16/PC Engine) - Mesa 1).
Divirta-se e até a próxima.

27 maio 2017

10 Minutos 2 - Top Gear 2 (Super Nintendo)

Na gameplay dessa semana voz trago 10 minutos de Top Gear 2, aquele jogo de corrida que os velhos da minha idade sempre falam que é bom pra caralho e realmente é.
Top Gear 2 foi lançado em 1993 pela Kemco para multiplataformas, Super Nintendo, Mega Drive e Amiga - a versão jogada foi a de Super Nintendo. 
Na gameplay que coloco aqui me sai mal pra caralho mas tenho um bom motivo pois faz muitos anos desde que joguei este jogo pela ultima vez, mais de uns 18 anos para ser bem honesto, sim estou ficando velho e isso me faz pensar e refletir sobre a vida mas isso é assunto para outro dia, outra época e quem sabe outra vida.

26 maio 2017

Amplitude de Mim

Uma ilustração antiga minha que tenta mostrar a amplitude de tudo que vivo e gosto, pelo menos naquela época.
Arte: Franci

25 maio 2017

Adeus ao Mestre Kid Vinil

E o rock sofreu mais uma perda, desta vez o Kid Vinil. O mestre nos deixou na tarde de sexta, dia 19.
Kid Vinil ficou conhecido por ser vocalista da Magazine, banda bem zuera da década de 80 mas não foi por conta da Magazine que conheci o cara, ele era também apresentador da MTV e lá que o conheci, também era radialista e dj.
Na MTV, Vinil me ensinou o valor que havia em colecionar rock, assistia ele apresentando sua coleção de vinis e CDs e sonhava em montar a minha que ainda tava no iniciosinho. Via o cara mostrar bandas novas e ficava besta com o faro do cara para com as que fariam sucesso.
Assim como aconteceu comigo tenho certeza que com muita gente aconteceu, o Kid Vinil influenciou uma geração inteira. Foi um dos grandes influenciadores do rock aqui no Brasil, ensinou minha geração a valorizar sua coleção e conhecer novos sons.
Por isso não considero o Kid Vinil apenas um musico, dj, apresentador e radialista, pra mim ele ia além e era um professor.

21 maio 2017

Adeus Chris Cornell

Nesta quinta passada, dia 18, Chris Cornell foi encontrado morto em um quarto de hotel.
"Horas bolas man, isso eu já sei desde aquele mesmo dia". Sim, nós sabemos disso, queremos fazer nossa homenagem ao musico, mesmo que atrasado.
Voltando aquela quinta, eu fui acordado com minha mulher me dando a noticia de sua morte, entre dormindo e acordado eu a ouvi dizer "Mô, Chris Cornell morreu." nessa hora eu acordei de vez, COMO ASSIM?! O cara era maior jovem e naquela hora a noticia que estava rolando era de morte subida, algo mais estranho ainda. 
Enfim, foi um puta baque saber que alguém que víamos noticias de que estava trabalhando em novos álbuns e coisas novas, acabou escolhendo tirar a própria vida. Por mais estranho que possa parecer já que a forma foi asfixia, como a pessoa que encontrou o corpo não viu que tinha se enforcado?! Foi preciso um legista dizer que foi isso? Estranho pa carai mas quem sou eu pra desacreditar isso.
Quando eu era moleque não curtia muito Soundgarden porque eu estava numas de bancar o headbanger, quando o Audioslave surgiu eu fiquei com preconceituosinho porque eu era fan do Rage Against The Machine e queria ficar de comparação babaca, só quando ouvi um som solo do cara, depois de ter amadurecido mais foi que abri a cabeça, daí fui ouvir com outros ouvidos e redescobri o trampo do cara, percebi o quanto complexo era o vocal e a maneira de compor dele. Redescobri o Soundgarden, o Temple Of The Dog e o Audioslave. Desde então venho acompanhando seus trabalhos.
Cornell teve um currículo exemplar, mesmo depois de ter problemas de saúde ligado a voz, o cara continuou sendo um baita vocalistas. Como falei com um grande amigo meu, talvez tenha sido o melhor vocal entre seus contemporâneos. Esse mesmo grande amigo me falou que Cornell pra ele não era o melhor vocal mas com certeza tinha a melhor voz. Respeito muito a opinião desse meu amigo mas pra mim o Cornell era um dos melhores vocais que existiu, tinha técnica e ia no máximo do possível.
Mas, caso seja verdade e o cara cometeu suicídio mesmo, algo em sua vida não estava bom e ninguém nunca realmente poderá dizer o que lhe levou a fazer isso pois por mais que explicações possam aparecer, apenas a pessoa que escolheu esse caminho sabe o que estava passando. E como ele se foi fica a recordação e seu trabalho, que o torna imortal. 
Seu ultimo trabalho, Higher Truth, álbum solo, é um ótimo álbum e contém uma tristeza bela que serve de perfeita trilha para esse triste momento de adeus.

Sense8 - 8 Tons de Esquizofrenia

Arte: Franci

18 maio 2017

Rock & Literatura: Saga O Senhor Dos Anéis (Lord Of The Rings)-J. R. R. Tolkien (Parte 15)

Faz uns meses desde que fizemos a ultima parte dessa série de posts, a parte 14 foi postada em Fevereiro, desde lá deixamos um pouco de lado a literatura no blog mas chegou a hora dela agora em mais um pouquinho de Senhor Dos Anéis.
Prontos ou não, agora simbora:

Nirnaeth: Comecemos com musica do mal que você nem imaginava que existia, black metal francês baby. No som que traz o nome da banda, Nirnaeth Arnoediad, os caras falam sobre uma das guerras retratadas em O Silmarillion em que o bicho pega bonito entre diversas raças da Terra Média;


OOMPH!: Em Mein Schatz (que pode ser traduzido como Meu Precioso) esses alemães que tocam um metal industrial bem ao estilo Rammstein, se colocam no lugar de Golum na sua adoração pelo Um Anel, du caralho!;

Covens (França): Esse post está copiando a Segunda Guerra Mundial, França, Alemanha invade e depois volta a França a ser normal... Tá viajei mas que faz sentido faz.... Bom,o Covens é uma banda bem obscura de black metal, aquele tal de black metal atmosférico sabe. A banda só possui uma demo lançada em 1995 que em suma é toda inspirada na saga do Anel;

Hammerforce: Como o nome da banda deixa claro, aqui a pegada é power metal e já que vem da Russia (outra parte da Segunda Guerra hein) é totalmente overpower. Em Quest To The Lonely Mountain os caras falam sobre a jornada dos anões em O Hobbit;

Labyrinth (E.U.A. Heavy Metal): E agora, finalizando a porra toda essa banda americana (viu, como se fechou a Segunda Guerra porque aqui no Attitude23 você aprende literatura e história ao mesmo tempo), que toca um heavy metal puchado pro hard rock. The Bridge Of Khazad-Dum (Mithrandir vs. The Balrog) é o nome do som instrumental que fecha o álbum So Wild (lançado no mesmo ano em que nasci, 1985 - eu e o álbum estamos velhos) que é o único álbum lançado por essa banda, Lembrando que existem outras bandas com o mesmo nome que esta, uma mais famosinha italiana de power metal e outra também americana de grindcore mas nenhuma delas tem algum conhecimento desta aqui.

16 maio 2017

1 Quest 3 - Devil's Crush (TurboGrafxs-16/PC Engine) - Mesa 1

Início de semana é hora de gameplay e hoje trazemos 1 Quest, onde jogamos uma mesa de Devil's Crush, jogo de pinball de 1990, lançado para TurboGrafxs-16/PC Engine e Mega Drive (ganhou lançamento nas lojas virtuais da Sony e Nintendo para os consoles Playstation 3, PSP e Wii, WiiU) pela Techno Soft
Apesar da simplicidade da jogatina baseada em pimball, Devil's Crush vai além, contendo até um final. Um jogo bem divertido com uma pegada de fantasia, o que o torna divertido demais.

12 maio 2017

Assume Logo

Arte: Franci

Apresentamos: By The Ton - Meshuggah

Bora ouvir aquele som difícil de encontrar que o Attitude23 ama lhes mostrar? Siiiiiiiiiiiim! Você que falou "não", que vá praticar o coito anal com um elefante das savanas.
Hoje lhes trago um som de uma banda um tanto quanto famosa no estilo que se propõe a tocar, o Meshuggah. Para quem não conhece, o Meshuggah é uma banda sueca que mistura um death metal moderninho com ritmos atípicos como jazz. A banda vai muito além dessa descrição tosca que fiz, os caras tocam um metal extremo com quebradas no ritmo que fazem suor masculino descer dos olhos de mestres do rock progressivo, os caras colocam compassos complexos e tudo mais nas musicas que não é muito simples de fazer, porém, é sempre uma bordoada no pé dos ouvidos.
Os caras lançaram um bom álbum no ano passado (nem preciso repetir o quanto esse ano desagradável trouxe de musica de qualidade né), The Violent Sleep Of Reason, que foi gravado ao vivo em estúdio, coisa muito difícil de se ver hoje em dia, que foi muito bem recebido por critica e fans. A musica que trazemos é By The Ton, a quarta faixa do álbum e melhor do que falar dela é apreciá-la, então aprecie sem moderação:

10 maio 2017

1 Quest 2 - Manhunt 2 (PSP) - Episode 1 Awakening

O gameplay dessa semana será nossa segunda 1 Quest, nele contaremos com o jogo Manhunt 2, jogo de stealth com alguns elementos de ação, lançado em 2007 para multiplataformas, PSP (a versão que jogamos), Wii, Playstation 2 e PC pela Rockstar.
Esse é um jogo afamado por conta de sua violência exagerada mas não é só por isso que ele merece reconhecimento, possui uma boa historia, um gameplay conciso e tudo mais que você poderá conferir no episódio 1 do jogo, Awakening.